sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Governador..da cidade dos brinquedos...




O Governador do Banco de Portugal (BdP) Vítor Constâncio foi á Assembleia de República falar sobre o " Caso BCP" a pedido dos deputados do PSD . O governador ao iniciar a sua intervenção alegou que estava limitado pelos segredos bancário e profissional para falar sobre a investigação a alegadas operações ilícitas, optando assim por contar o episódio nº 8 da 3ª da série do Nodddy em exibição na RTP2 e feita uma análise sobre a próxima jornada da Liga de clubes.
Á saída os deputados do P.S. afirmaram-se satisfeitos, gostaram de saber que o avião do Noddy é ecológico e não poluente e que os Sonsos e os Mafarricos acabam sempre na cadeia…. lá na tal cidade.
Já os deputados do PSD afirmarem ter ficado com algumas dúvidas e que estava na altura de ser escolhido alguém da oposição para fazer o papel de Noddy pois se na série anterior foi o Noddy Rosa , nesta nova série estava na altura de ser escolhido o Noddy Laranja, aliás como sempre foi desde o 25 de Abril – alegaram eles.


O próprio Governador inquirido pelos jornalistas sobre como tinha corrido a sua intervenção afirmou que ficou provado que não perdia um episódio do Noddy sendo de grande utilidade para as funções que ocupava enquanto Governador do Banco de Portugal pois na cidade dos brinquedos não existem fugas de capitais, especulação e lavagem de dinheiros em off-shores, servindo-lhe de inspiração.


terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Terrorismo..

O director-nacional da Polícia Judiciária (PJ), Alípio Ribeiro, admitiu, em declarações publicadas hoje pelo "Diário Económico", ser "plausível" que Portugal seja "local de apoio logístico" para organizações terroristas. As declarações de Alípio Ribeiro surgem dias depois de Portugal ter sido alertado pelos serviços secretos espanhóis para o risco de atentados terroristas durante a passagem do presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, pela Europa.

Tudo uma cambada de alarmistas. Por sorte consegui e sem os meios que o SIS possui interceptar um e-mail da Al Quaeda dirigida a um dos paquistaneses do qual passo a transcrever :

De: Bin Laden

Para : Joe Mustafá Oliveira

CC : All

Assunto - Aborto de missão !!


(… Caro Mustafá mas cum raio o que andam a fazer aí por Portugal? Vi hoje na Al Jazira as noticias e topei logo que se referiam a vocês os dois.
Em que escola de teologia andaram? Vocês devem é ter faltado ás aulas de Geografia pois só assim entendo com tanto países a sério na Europa foram logo escolher esse tal de Portugal para criar alarido?
Que sítios eles têm para colocar bombas? Pelo que sei os centros de saúde fecharam, idem para as maternidades, os prédios dos centros das cidades estão vazios, os transportes públicos idem e para poder planear algo torna-se demasiado complicado pois eles nunca cumprem horários e ainda vos rebenta a bomba nas mãos. Para apoio logístico está fora de questão pois a gasolina é a mais cara da Europa idem para os carros, leite, pão, livros Cd’s.. etc, a lista é infindável. A única hipótese que agora me ocorre era colocar a bomba na Alfândega do Porto parece que hoje vai haver lá uma reunião de mafiosos duma organização chamada BCP para estudarem a melhor maneira de continuar a roubar sem serem presos e como diz o nosso ditado árabe “ ladrão que rouba Ali-babão tem 100 anos de perdão “ mas eles ainda são nossos parentes pois usam os mesmos métodos e técnicas que nós para movimentar dinheiro usando os paraísos fiscais e assim poder camufular os nossos movimentos. Por isso considerem abortada a operação e regressem ás montanhas de Bora-Bora o mais rápido possível sem ser apanhados o que não é difícil com a policia que têm, nem uma criança conseguem encontrar quanto mais dois paquistaneses insuspeitos de turbante a viajar numa carruagem de metro.


Voltem vivos..e tragam umas garrafinhas de PORCA de MURÇA para temperar umas carnes de borrego.
Alá..alá.Alá é grande!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Luta desigual....


Marketing dos pobres ....

Publicidade presente na montra de um mini-mercado a 100 metros do Corte Inglês de Gaia...!
Uma luta desigual entre David e Golias e no estado em que está o pequeno comércio não deve ser fácil ter este sentido de humor assim......!


P.S. - No cartaz do lado esquerdo ao fundo pode ler-se :

".. Estimado cliente com este preço só não faz marmelada quem não quer, ou quem não pode...."
Bem visto...

Meus parabéns !!

Isto deve ser brincadeira, só pode...




Enviaram-me este mail logo de manhã e se for verdade o ultimo a sair que apague a luz..isto bateu definitivamente no fundo. Já me estragaram o dia...!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Afinal não é bem como dizem....



Demonstração óbvia de manipulação dos media em relação á ASAE, mas claro da mesma forma que a ASAE usa os Media para mostrar " trabalho" também acabam vítimas da mesma máquina ....



Bolas de Berlim - A acção de fiscalização da ASAE relativamente às bolas de Berlim incidiram sobre o seu processo de fabrico e não sobre a sua comercialização na praia. O que a ASAE detectou foram situações de fabrico desses bolos situações sem quaisquer condições de higiene e com óleos saturados e impróprios para consumo. As consequências para a saúde humana do consumo destes óleos são sobejamente conhecidas. Em Portugal existem regras para os operadores das empresas do sector alimentar, que têm de estar devidamente licenciadas. Assim, todos bolos comercializados devem ser provenientes de um estabelecimento aprovado para a actividade desenvolvida. Quanto à sua venda nas praias, o que a legislação determina é que esses produtos devem estar protegidos de qualquer forma de contaminação. Se as bolas de Berlim forem produzidas num estabelecimento devidamente licenciado e comercializadas de forma a que esteja garantida a sua não contaminação ou deterioração podem ser vendidas na praia sem qualquer problema.


Utilização de colheres de pau – Não existe qualquer proibição à sua utilização desde que estas se encontrem em perfeito estado de conservação. A legislação determina que os utensílios em contacto com os alimentos devem ser fabricados com materiais adequados e mantidos em bom estado de conservação, de modo a minimizar qualquer risco de contaminação. Por isso, os inspectores da ASAE aconselham os operadores a optarem pela utilização de utensílios de plástico ou silicone.


Copos de plástico para café ou outras medidas – Não existe qualquer diploma legal, nacional ou comunitário, que imponha restrições nesta questão. O tipo de utensílios a disponibilizar nas esplanadas dos estabelecimentos de restauração ou bebidas é da inteira responsabilidade do operador económico, sendo válida qualquer opção que respeite os princípios gerais a que devem obedecer os materiais e objectos destinados a entrar em contacto com os alimentos.


Venda de castanhas assadas em papel de jornal ou impresso – A ASAE não efectuou qualquer acção junto de vendedores ambulantes que comercializam este produto nem nunca se pronunciou sobre esta questão. No entanto, desde o decreto-lei que regulamenta o exercício da venda ambulante, refere que na embalagem ou acondicionamento de produtos alimentares só pode ser usado papel ou outro material que ainda não tenha sido utilizado e que não contenha desenhos, pinturas ou dizeres impressos ou escritos na parte interior.


Faca de cor diferente para cada género alimentício – Em todas as fases da produção, transformação e distribuição, os alimentos devem ser protegidos de qualquer contaminação que os possa tornar impróprios para consumo humano, perigosos para a saúde ou contaminados. Não sendo requisito legal, é uma boa prática a utilização de facas de cor diferente, pois esse procedimento auxilia a prevenção da ocorrência de contaminações cruzadas. Mas se o operador cumprir um correcto programa de higienização dos equipamentos e utensílios, entre as diferentes operações, as facas ou outros utensílios poderão ser todos da mesma cor.


Azeite em galheteiro – O azeite posto à disposição do consumidor final, como tempero, nos estabelecimentos de restauração, deve ser embalado em embalagens munidas com sistema de abertura que perca a sua integridade após a sua utilização e que não sejam passíveis de reutilização, ou que disponham de um sistema de protecção que não permita a sua reutilização após o esgotamento do conteúdo original referenciado no rótulo.


Bolo rei com brinde – É permitida a comercialização de géneros alimentícios com mistura indirecta de brindes, desde que este se distinga claramente do alimento pela sua cor, tamanho, consistência e apresentação, ou seja concebido de forma a que não cause riscos, no acto do manuseamento ou ingestão, à saúde ou segurança do consumidor, nomeadamente asfixia, envenenamento, perfuração ou obstrução do aparelho digestivo.


Guardar pão para fazer açorda ou aproveitar sobras para confeccionar outros alimentos – Não existe requisito legal que impeça esta prática, desde que para consumo exclusivo do estabelecimento e, desde que o operador garanta que os alimentos que irá aproveitar estiveram protegidos de qualquer contaminação que os possa tornar impróprios para consumo humano.


Géneros alimentícios provenientes de produção primária própria – Os Regulamentos não se aplicam ao fornecimento directo pelo produtor, de pequenas quantidades de produtos de produção primária ao consumidor final ou ao comércio a retalho local que fornece directamente o consumidor final. Não obstante esta regra de exclusão, os referidos regulamentos estabelecem que cada Estado-Membro deve estabelecer regras que regulem as actividades e quantidades de produtos a serem fornecidas. Até à data não foi publicado o instrumento legal que concretize esta disposição.


Refeições não confeccionadas no próprio estabelecimento – O fabrico das refeições, num estabelecimento de restauração é uma actividade que se enquadra como actividade de restauração, estando sujeita às imposições do regime legal para o seu exercício. As refeições distribuídas num estabelecimento de restauração deverão ser produzidas no próprio restaurante, mas. caso não seja possível, estas deverão ser provenientes de um estabelecimento devidamente autorizado para o efeito, designadamente estabelecimento com actividade de catering. Nestes termos, não poderão as referidas refeições ser provenientes do domicílio do proprietário do restaurante ou de um estabelecimento que careça de autorização para a actividade que desenvolve.


Venda particular de bolos, rissóis e outros alimentos confeccionados em casa – O fabrico de produtos alimentares para venda é uma actividade que se enquadra como actividade industrial, estando sujeita às imposições do regime legal para o seu exercício, pelo que a venda destes produtos em local não licenciado para o efeito não é permitida. Para os estabelecimentos onde se efectuam operações de manipulação, preparação e transformação de produtos de origem animal, onde se incluem os rissóis e empadas, é necessária a atribuição de número de controlo veterinário, a atribuir pela Direcção-Geral de Veterinária.


Licenciamento da actividade artesanal – O estatuto de artesão é reconhecido através da emissão do título “Carta de Artesão”, sendo que a atribuição da mesma, supõe que o exercício da actividade artesanal, no caso vertente da produção e preparação e preparação artesanal de bens alimentares, se processe em local devidamente licenciado para o efeito e que o artesão cumpra com as normas relativas à higiene, segurança e qualidade alimentar. Existem dois aspectos fundamentais: a obrigatoriedade de licenciamento dos locais onde são produzidos os bens alimentares e o cumprimento das normas aplicáveis em matéria de higiene e segurança alimentar.”


P.S. - Nunca esquecer que essa mesma ASAE não faz mais que fazer cumprir leis que os burocartas criam ..

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Vão dar que falar..

Yeasayer "All Hour Cymbals"

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Lição de vida sublime

O video mais popular de 2007 é uma lição de vida...

Excelente vídeo uma verdadeira lição da vida animal e qualquer semelhança com o que se passa em Portugal é mera coincidência mas mostra como temos muito que aprender com a natureza.Começa por mostrar o povinho seguindo em manada como carneirinhos pois é assim que as leis e os regulamentos e o défice que nos impõem, comer e calar sem protestar seguindo em filinha para lado nenhum…
Entretanto de forma camuflada o Governo e os papões com impostos escondidos e outras artimanhas estão sempre á espreita para nos atacar e tirar o que nos resta da alma e como na vida real a vítima acaba por ser sempre o mais fracos, o mais desprotegido…
E esse mesmo povinho se pensava que votando noutro partido as coisas podem mudar desenganem-se pois na hora do saque eles associam-se em torno do chamado “ Bloco Central” na distribuição de tachos e mordomias e se repararem eles não lutam entre eles mas sim têm é a preocupação de saber quem consegue abocanhar mais a vitima….
E claro, como na vida real tudo tem um fim e esse mesmo povinho farto de ser usado e explorado sabe ainda que a única arma que tem é seguir o lema “ unido jamais será vencido” revolta-se colocando um fim a essa estripe de bem falantes e enganadores dando-lhe uma valentes cornadas e esse dia já esteve mais longe..!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Exemplar...

Olha o menino do BE ...

José Sá Fernandes , um malandrim na Câmara de Lisboa SABIAM QUE este marmanjão custa ao orçamento da Câmara Municipal de Lisboa 20 880 euros por mês ?
Pois é, para sustentar o tráfico de influências desta besta quadrada andamos a pagar do nosso bolso a onze parasitas, entre eles nove assessores técnicos, uma secretária e um coordenador de gabinete, além de um motorista para o vereador, um motorista para o gabinete e um contínuo -- tudo a recibo verde.

"O Zé faz falta!"

-- Faz? Claro que sim: faz a maior falta a estas 11 encomendas!
Se não vejamos:

CONTRATO PRESTAÇÃO SERVIÇOS - 11 PESSOAS

Nome - Função/Origem/Contrato - Categoria/Vencimento (euros)

Alberto José de Castro Nunes - Assessor (50%) Renovação - 1.530 ,00

Ana Rita Teles do Patrocínio Silva - Secretária (100%) Renovação - 2.000.00

António Maria Fontes da Cruz Braga - Assessor (50%) Renovação -1.530,00

Bernardino dos Santos Aranda Tavares - Assessor (100%) Renovação - 2.500,00

Carlos Manuel Marques da Silva - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00

Catarina Furtado Rodrigues Nunes de Oliveira - Assessora (100%)Renovação - 2.500,00

Maria José Nobre Marreiros - Assessora (50%) Renovação - 1.530,00

Pedro Manuel Bastos Rodrigues Soares - Coordenador do Gabinete (50%) Renovação - 1.730,00

Rui Alexandre Ramos Abreu - Secretário (100%) Renovação - 2.000,00

Sara Sofia Lages Borges da Veiga - Assessora (50%) Renovação -1.530,00

Sílvia Cristóvão Claro - Assessora (100%) Renovação - 2.500,00

E não se esqueçam de que este gabiru é vereador sem pelouro -- imaginem se alguma vez chegar a ter um...

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Fumar só em salas de chuto...

Discordo completamente com a actual lei em relação aos espaços comerciais. Na minha modesta opinião devia ser o proprietário do estabelecimento a decidir qual a opção a tomar e nós como consumidores tínhamos a liberdade de escolher os locais com fumo ou sem fumo respeitando assim ambos os interesses sem ferir a liberdade individual de cada um, coisa que o Estado policial e vigilante nos está a impor o que pode vir a tornar-se perigoso. Como exemplo de demagogia dos fundamentalistas de pacotilha que alegam que as pessoas não são obrigadas a levar com o fumo, será que eles mesmos não utilizam automóveis nas suas deslocações com a inerente produção de monóxido de carbono e outros poluentes obrigando milhares de pessoas que não possuem automóvel a inspirar ? A quem me posso dirigir para apresentar queixa contra os condutores que me estão a poluir os meus pulmões de forma passiva? Também vou á ASAE ou á PIDE? P.S.
Não sou fumador nem possuo qualquer estabelecimento comercial.

Árvore de Natal...


O que se passou e passa ainda no BCP fosse noutro país talvez a árvore da foto patrocinada pelo mesmo BCP tivesse outra utilidade.
O Povo sabe fazer o nó de gravata quando espicaçado.
Até quando os crimes de colarinho branco nesta espécie de País continuam sem punição ?