O vinho, pão dos pobres
( ….O ministro da Agricultura traz para Portugal um envelope anual de 71,2 milhões de euros, contra os 65,4 milhões anteriormente atribuídos. O valor vai somar-se aos 100 milhões de euros anuais que o sector vai receber por via do desenvolvimento rural. Os apoios comunitários incluem já as verbas destinadas a compensar os agricultores que decidam pelo arranque da vinha .
Segundo Jaime Silva, o dinheiro chega. Aliás, sublinha que "o problema de Portugal não é a falta de dinheiro".
Em Portugal pode chegar até aos 17 mil hectares, mas cabe ao país decidir deixar de fora as zonas de denominação de origem.
A comissária europeia da Agricultura disse que a reforma - que entra em vigor a 1 de Janeiro de 2009 - não foi aprovada tal como ela a pretendia, uma vez que entre outras coisas foi reintroduzida a permissão de adição de açúcar ao vinho…)
Foda-se as coisas que eles decidem lá em Bruxelas. Se bem entendi vão dar dinheiro para os agricultores ( mas quais ?) arrancarem vinha, ou seja em vez de aumentar a produção para exportarmos mais para equilibrar a balança comercial vamos receber dinheiro para arrancar vinhedo alegando eles com o objectivo de promover a qualidade em detrimento da quantidade mas ao mesmo tempo reintroduzem a permissão de adição de açucares para aumentar a graduação ?
Vão enganar o caralho eles querem é aumentar o preço do vinho no mercado para nós consumidores pagarmos e não bufar.Ou então querem é que o povinho beba água que faz muito bem á saúde poupando nas doenças motivadas pelo álcool deixando o prazer do vinho só para os mais abastados.
Quanto á frase que o ministro disse : “ o problema de Portugal não é a falta de dinheiro “ eu já desconfiava que de facto é assim, está é só no bolso de meia duzia , basta ver os restaurantes de luxo sempre a abarrotar e o aumento na venda de carros e imóveis de luxo.
Aliás nos últimos meses já se nota a corrida dos mesmos para a apresentação dos mesmíssimos “projectos da treta” e o renascimento de Escolas de formação com os mesmíssimos “ Cursos da treta” para voltarem a mamar o dinheiro que vai chegar de Bruxelas . Que falta fazem as FP 25 !!
Segundo Jaime Silva, o dinheiro chega. Aliás, sublinha que "o problema de Portugal não é a falta de dinheiro".
Em Portugal pode chegar até aos 17 mil hectares, mas cabe ao país decidir deixar de fora as zonas de denominação de origem.
A comissária europeia da Agricultura disse que a reforma - que entra em vigor a 1 de Janeiro de 2009 - não foi aprovada tal como ela a pretendia, uma vez que entre outras coisas foi reintroduzida a permissão de adição de açúcar ao vinho…)
Foda-se as coisas que eles decidem lá em Bruxelas. Se bem entendi vão dar dinheiro para os agricultores ( mas quais ?) arrancarem vinha, ou seja em vez de aumentar a produção para exportarmos mais para equilibrar a balança comercial vamos receber dinheiro para arrancar vinhedo alegando eles com o objectivo de promover a qualidade em detrimento da quantidade mas ao mesmo tempo reintroduzem a permissão de adição de açucares para aumentar a graduação ?
Vão enganar o caralho eles querem é aumentar o preço do vinho no mercado para nós consumidores pagarmos e não bufar.Ou então querem é que o povinho beba água que faz muito bem á saúde poupando nas doenças motivadas pelo álcool deixando o prazer do vinho só para os mais abastados.
Quanto á frase que o ministro disse : “ o problema de Portugal não é a falta de dinheiro “ eu já desconfiava que de facto é assim, está é só no bolso de meia duzia , basta ver os restaurantes de luxo sempre a abarrotar e o aumento na venda de carros e imóveis de luxo.
Aliás nos últimos meses já se nota a corrida dos mesmos para a apresentação dos mesmíssimos “projectos da treta” e o renascimento de Escolas de formação com os mesmíssimos “ Cursos da treta” para voltarem a mamar o dinheiro que vai chegar de Bruxelas . Que falta fazem as FP 25 !!
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